
Sou psicóloga clínica, CRP 07/42092, e realizo atendimentos presenciais em Porto Alegre e on-line.
Minha história com a Psicologia começou cedo. Aos 18 anos, saí de casa para estudar e fui morar sozinha em outra cidade para cursar Psicologia (o que, olhando hoje, talvez tenha sido uma das primeiras grandes experiências de autonomia da minha vida).
Sempre gostei de ler, observar as pessoas e filosofar sobre a vida (às vezes, sobre coisas que provavelmente não precisavam de tanta reflexão assim). Sempre tive curiosidade em entender o que existe por trás das escolhas, dos sentimentos, dos relacionamentos e até das pequenas coisas do cotidiano.
Estudar também sempre foi uma parte importante da minha trajetória. Quando algo despertava minha curiosidade, eu queria entender de verdade. Algumas teorias exigiram horas de leitura, anotações e, muitas vezes, voltar ao mesmo parágrafo até finalmente pensar: “Agora fez sentido”. Talvez essa persistência tenha sido uma das características que mais me acompanharam ao longo da formação.
Depois da graduação, continuei buscando formação e, hoje, tenho duas pós-graduações. E sigo estudando (porque, aparentemente, uma pessoa que já passou anos na faculdade ainda acha uma boa ideia continuar comprando livros).
Mas, para mim, estudar Psicologia nunca foi apenas acumular títulos. É uma forma de continuar aprimorando meu olhar, minha escuta e minha prática clínica, reconhecendo que cada pessoa que chega até mim traz uma história que merece ser compreendida em sua singularidade.
Hoje, minha prática clínica é orientada pela Psicanálise e pelo diálogo com autores contemporâneos. (E você não precisa saber o que é Psicanálise para começar a fazer terapia. Muito menos chegar sabendo explicar exatamente o que está sentindo.)
Na psicoterapia, acredito que podemos olhar juntos para aquilo que está acontecendo na sua vida, para sua história, seus relacionamentos, seus conflitos, suas escolhas e também para aquilo que, às vezes, parece se repetir sem que você entenda muito bem o porquê.
Gosto de pensar que fazer terapia não é se transformar em outra pessoa. É poder se conhecer melhor, compreender o que atravessa você e descobrir outras possibilidades de estar na própria vida.
Meu compromisso é oferecer uma escuta acolhedora, ética e sem julgamentos, respeitando seu tempo, sua história e aquilo que você consegue trazer para cada encontro.
E, talvez, uma das coisas de que mais gosto na Psicologia seja justamente esta: continuar descobrindo que, por trás de cada pessoa, existe muito mais do que aquilo que aparece à primeira vista.
