Começar terapia nem sempre acontece porque você sabe exatamente o que está acontecendo.
Às vezes, você só percebe que está cansado de se sentir daquele jeito. Que algumas situações continuam te afetando. Que certos relacionamentos são difíceis. Que você está repetindo comportamentos que não entende. Ou simplesmente sente que precisa parar um pouco e olhar para si.
Você não precisa chegar com tudo organizado, nem saber exatamente o que dizer.
E o que acontece na terapia?
A gente começa pelo que você consegue trazer.
Pode ser uma situação que aconteceu ontem, algo que vem se repetindo há anos, uma relação que está difícil, uma escolha que você não consegue fazer ou até aquela sensação de “eu não sei explicar, mas não estou bem”.
A partir dessas conversas, vamos construindo um espaço para entender melhor o que você sente, a sua história, seus relacionamentos e os sentidos que algumas experiências podem ter para você.
E onde entra a Psicanálise?
Minha prática clínica é orientada pela Psicanálise e pelo diálogo com autores contemporâneos.
Você não precisa conhecer Psicanálise para fazer terapia comigo. Nem chegar sabendo explicar o que está sentindo.
A proposta não é oferecer respostas prontas ou dizer o que você deve fazer. É construir, a partir da sua própria história, novas formas de compreender aquilo que hoje talvez ainda pareça confuso.
O que você pode levar para a terapia?
Você não precisa ter um “problema específico” para começar.
Pode trazer uma ansiedade que não passa, uma relação que está difícil, uma perda, uma mudança, uma escolha, uma dificuldade de colocar limites, uma cobrança que nunca parece acabar...
Ou simplesmente a vontade de se entender melhor.
Não existe uma lista certa de motivos para começar terapia.
E se eu não souber por onde começar?
Tudo bem.
Você pode começar justamente dizendo:
“Eu não sei muito bem por onde começar.”
A partir daí, a gente começa.
Você não precisa saber exatamente por onde começar.
Se sentir que este pode ser o seu momento, podemos conversar sobre o primeiro atendimento.

